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Mulheres avançam em áreas técnicas

03/07/2013

 Mulheres avançam em áreas técnicas

Formação técnica facilita entrada no mercado de trabalho, antes dominado pelo público masculino. Na ViaQuatro, mulheres integram as equipes de manutenção e mudam o ambiente de trabalho.

Segundo dados divulgados pelo IBGE, as mulheres, em média, possuem maior escolaridade do que os homens. Este cenário traz reflexos para o mercado de trabalho, que necessita de mão de obra especializada.

Na ViaQuatro, empresa que opera da Linha 4-Amarela do metrô de São Paulo, áreas como manutenção e operação de equipamentos, que exigem formação técnica e sempre foram dominadas pelos homens, começam a receber representantes do sexo feminino. A empresa possui em seu quadro de colaboradores jovens mulheres que conquistaram, com profissionalismo, dedicação e personalidade, espaço em áreas muito específicas.

É o caso de Gardênia Freire. Filha de trabalhadores industriais, escolheu a carreira de eletricista e logo enfrentou o preconceito no mercado de trabalho. “Na minha turma do curso técnico, havia apenas duas mulheres. E muitos falavam que logo desistiríamos”, lembra. Mas a realidade foi bem diferente. “Nos formamos e quase um terço dos homens não concluiu o curso”, conta Gardênia.

O próximo desafio de Gardênia foi encontrar um emprego. O principal empecilho não foi formação ou habilidade profissional. “Fui chamada para entrevista em várias empresas, em quase todas, porém, ouvia do gestor que tinha o perfil ideal, mas a empresa não tinha estrutura para abrigar uma mulher na equipe técnica. Faltavam coisas básicas, como vestiário e banheiro”.  Depois de finalmente conseguir emprego em uma siderúrgica e ser a primeira mulher a atuar como eletricista na história daquela empresa, passou a integrar a equipe de manutenção da ViaQuatro. “Por ser uma empresa jovem, aqui encontrei uma estrutura diferente.”

Cristiane Adad, coordenadora de gestão de pessoas da ViaQuatro, explica como funciona a política da empresa para casos como este. “A companhia tem como princípio não levar em conta o gênero do candidato. Isso inclui a equipe técnica. No time de manutenção, por exemplo, já contamos com 17 mulheres”, afirma. “O ambiente de trabalho foi elaborado para abrigar tanto homens como mulheres, com capacidade para auxiliar o colaborador em suas necessidades no dia a dia”, explica a coordenadora.

Essa visão evitou que colaboradoras, como Roberta Lima, técnica em sistemas de eletroeletrônica de transporte sobre trilhos, passassem por constrangimentos. Na época do estágio, Roberta atravessava a planta inteira da empresa que trabalhava só para ir ao banheiro.

Já Erika Pacheco, hoje técnica em eletrônica na ViaQuatro, além das dificuldades enfrentadas por Gardênia e Roberta, ainda encontrou um obstáculo extra: a mala de ferramentas. “Na área de eletrônica, precisamos levar as ferramentas de trabalho para diversos lugares e, diga-se de passagem a mala, é bem pesada”, diverte-se Erika. Mas, na ViaQuatro, esse problema não existe. “A empresa percebeu a necessidade de facilitar o manuseio do material e adaptou rodas às malas. Isso facilitou o desempenho de nossas tarefas, para as mulheres e para os homens também”, afirma Erika, que destaca ainda a adaptação do uniforme ao biotipo feminino. “A equipe trabalha uniformizada e o ajuste das roupas para as mulheres foi uma iniciativa muito interessante para nós”.

Convívio com os colegas

Mas, como os homens encaram a presença feminina em redutos tradicionalmente masculinos? “No início, os colegas me receberam com certa desconfiança, pois a rotina é bem puxada mesmo. Mas os gestores souberam lidar com isso e não sofro nenhum tipo de preconceito”, conta Erika. “Logo no início, percebi que precisava mostrar meu talento e me dedicava ao máximo. Tenho certeza que isso também ajudou a conquistar o respeito de todos.”

Para Cristiane Adad, a presença da mulher também faz bem ao local de trabalho. “A mulher traz suavidade ao ambiente, além de apresentar algumas características importantes como ser mais detalhista, aberta a relacionamentos e acolhedora. Isso é importante para a produtividade e bem-estar dos colaboradores”, explica a coordenadora da ViaQuatro.

Sobre a ViaQuatro:A concessionária tem seu capital social dividido da seguinte maneira: 58% são detidos pelo Grupo CCR, 30% pela Montgomery Participações S.A., 10% pela Mitsui & Co. Ltda, 1% pela RATP Developpement S.A. e 1% pela Benito Roggio Transporte S.A. Assinou em novembro de 2006 o primeiro contratode Parceria Público-Privada com o governo do Estado de São Paulo, para operar e manter a Linha 4-Amarela do metrô. Cabe à concessionária adquirir os trens previstos no contrato (14 para a primeira fase e até 15 adicionais para a segunda), os sistemas de sinalização, centro de controle operacional e comunicação móvel.

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